
Quando um homem novo-super-rico ama a sua mulher também tem de o mostrar. Mas como? Bem, o oligarca russo Sergei Rodionov resolveu o problema da melhor maneira: Incubiu a célebre fotógrafa francesa Bettina Rheims de fotografar a sua. Nua, sedutora, erótica, senão não valia a pena. E valeu a pena.
Não se pode dizer que Olga Rodionova seja uma donzela inexperiente nestas andanças. Já andou pelos catwalks do mundo da moda, posou para a Playboy russa e até Helmut Newton já a teve na frente das suas lentes, este há uns anos atrás.
Pelos vistos, começou tudo por uma brincadeira de fim de semana. Os Rodionovs passaram pela casa de campo de Bettina Rheims, esta fez umas fotografias do modelo, o marido ficou embevecido com a beldade que tinha lá em casa e incubiu logo a fotógrafa de continuar o seu trabalho.
A segunda sessão fotográfica foi realizada pouco depois a preto e branco num ambiente sado-masoquista e com a participação de outros homens e mulheres, entregando-se a prazeres sexuais com a Olga. Nada de maus pensamentos, foi só para a fotografia.
Uma terceira sessão, inspirada num estilo maria-antonieta, foi levada a cabo em estúdio. Certamente que muitas outras sessões se seguiram até perfazerem mais de 100 fotografias para “The Book of Olga”.
Nesta obra Bettina Rheims pôs à prova toda a sua profissionalidade, apresentando Olga pelo seu lado mais fresco e fascinante. A própria fotógrafa admite tratar-se dos frutos mais deliciosos da sua carreira fotográfica.
O livro foi prefaciado pela autora francesa Catherine Millet. A prestigiada casa editora Taschen fez uma tiragem de mil exemplares, cada um numerado e assinado pela fotógrafa e com um preço de venda no mercado de 350 euros.